Câncer de rim x cirurgia robótica: quais são os benefícios da técnica?

Câncer de rim x cirurgia robótica: quais são os benefícios da técnica?

Quando se trata de cirurgia robótica, pensamos logo em cirurgia de próstata, porque foi nessa especialidade que ela mostrou suas vantagens inicialmente. Mas é preciso lembrar que os benefícios da plataforma são amplos.

A visão tridimensional (muito mais nítida), além da liberdade e delicadeza de movimentos podem ser utilizadas em diversos procedimentos, como no caso da remoção de um tumor no rim, que exige precisão. O uso de robôs durante a cirurgia também significa menos risco de complicações, menor dor no pós-operatório e, logo, uma recuperação mais rápida.

O câncer de rim é uma doença agressiva que exige tratamento imediato. O tumor é  muito resistente a outras terapias como radioterapia e quimioterapia. Há algum tempo, em casos da doença, era recomendada a remoção completa do órgão. A nefrectomia parcial era indicada apenas para tumores com menos de quatro centímetros. Hoje em dia, a tecnologia da cirurgia robótica permite remover toda a lesão (mesmo as maiores de 4 cm), de forma precisa, preservando o restante do rim. O método garante menor risco de hemorragias.

Já existem estudos garantindo os ganhos da nefrectomia parcial para a qualidade de vida do paciente. Pesquisas relacionam a nefrectomia total à insuficiência renal crônica, diabetes e doenças cardiovasculares.

O câncer de rim acomete especialmente pessoas acima dos 60 anos, com predominância entre os homens. Tabagismo e obesidade têm grande influência no desenvolvimento da doença. Entre outros fatores de risco estão a hipertensão, hepatites virais, histórico familiar da doença e utilização de medicamentos.

 

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